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?N?o h? Liberdade de Imprensa pela metade", afirma ministro
Domingo, 07 de Agosto de 2011

?N?o h? Liberdade de Imprensa pela metade", afirma ministro

Liberdade de Imprensa
O vice-presidente do Superior Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que “não há liberdade de imprensa pela metade”, mas que ainda há setores do judiciário brasileiro que estabelecem a chamada censura prévia. Ele disse que os veículos de comunicação devem ser os únicos responsáveis pelo conteúdo que produzem.
“Quem quer que seja pode dizer o que quer que seja. A imprensa tem de ter precedência. Se ela não tiver precedência, o que vai acontecer? Censura prévia”, declarou Ayres Britto. O posicionamento do ministro em relação à mídia foi publicado na edição de domingo (31/7) do Estadão, no caderno especial “sob censura”.
 
O caderno foi impresso na data que marcou os dois anos da decisão judicial que proibiu a publicação paulista de noticiar o trabalho da Polícia Federal na Operação Boi Barrica, que investiga o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
“Quando a sociedade é autoritária ou não civilizada em termos democráticos, sacrifica o bloco do direito à informação em prol do bloco do direito à intimidade (…) Se você quiser conferir precedência à honra, à intimidade, não há liberdade de imprensa”, argumentou ministro que está no STF desde junho de 2003.

 

O vice-presidente do Superior Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que “não há liberdade de imprensa pela metade”, mas que ainda há setores do judiciário brasileiro que estabelecem a chamada censura prévia. Ele disse que os veículos de comunicação devem ser os únicos responsáveis pelo conteúdo que produzem.

“Quem quer que seja pode dizer o que quer que seja. A imprensa tem de ter precedência. Se ela não tiver precedência, o que vai acontecer? Censura prévia”, declarou Ayres Britto. O posicionamento do ministro em relação à mídia foi publicado na edição de domingo (31/7) do Estadão, no caderno especial “sob censura”.

O caderno foi impresso na data que marcou os dois anos da decisão judicial que proibiu a publicação paulista de noticiar o trabalho da Polícia Federal na Operação Boi Barrica, que investiga o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

“Quando a sociedade é autoritária ou não civilizada em termos democráticos, sacrifica o bloco do direito à informação em prol do bloco do direito à intimidade (…) Se você quiser conferir precedência à honra, à intimidade, não há liberdade de imprensa”, argumentou ministro que está no STF desde junho de 2003.

 

Fonte: Comunique-se
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