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KASSAB DIZ QUE MIGRAÇÃO DE RÁDIOS PARA FM NÃO TEM CUSTO E MELHORA A VIDA DAS PESSOAS
Terça, 28 de Março de 2017

KASSAB DIZ QUE MIGRAÇÃO DE RÁDIOS PARA FM NÃO TEM CUSTO E MELHORA A VIDA DAS PESSOAS

Belo Horizonte – Ministro participou do mutirão de migração das rádios AM para FM na capital mineira

 

Durante a cerimônia de assinatura de mais 47 emissoras AM que irão migrar para o FM realizada em Belo Horizonte na última sexta-feira (24), o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse que “no momento que o Brasil atravessa uma conjuntura difícil, conseguimos avançar com medidas que não têm custo e melhoram a vida do cidadão”. A cerimônia também contou com representantes da Abert, Amirt e de radiodifusores.
O ministro ressaltou que os ouvintes serão os maiores beneficiados pela medida. "Milhares de pessoas serão beneficiadas por um ato como o que acontece nesta manhã, que não teve custo nenhum, apenas a iniciativa do governo, em conjunto com as entidades do setor, para que a gente possa melhorar a qualidade do serviço e retomar a comunicação em alguns municípios onde as rádios estavam relegadas a segundo plano", destacou Kassab.
 
Segundo ele, a mudança de faixa é um objetivo perseguido há muito tempo pelas emissoras. "Ganha o cidadão, que vai ter uma comunicação e um serviço de melhor qualidade. Ganham as rádios, que passam a ter mais eficiência e melhores condições de trabalho. Enfim, ganha o país."
 
O ministro reforçou que o MCTIC apoiará os radiodifusores na busca por recursos para adquirir os equipamentos necessários para operar na faixa FM. "O nosso apoio será total para todos aqueles que queiram dar sequência a essa modernização."
 
Ele também revelou que um estudo está sendo feito pela Secretaria de Radiodifusão do MCTIC e poderá resultar na reabertura do prazo para as emissoras AM que não aderiram ao processo de migração para FM.
 
Evolução
 
Para o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Tonet, "o ministério está dando um impulso extraordinário para o avanço do rádio brasileiro com a migração da AM para o FM." Já o presidente da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt), Mayrinck Pinto de Aguiar Júnior, afirmou que a vocação das rádios AM sempre foi estar juntos das comunidades locais, levando informações relevantes para a vida das pessoas em cada município. Segundo ele, pesquisas apontam que o rádio está presente no dia a dia de 96% da população mineira, com uma média de quatro horas de sintonia diária.
 
Para Mayrinck Júnior, a migração coloca as emissoras AM em pé de igualdade para disputar o mercado. "Com a migração, estamos vivenciando mais uma evolução. A cada nova tecnologia o rádio se renova e, melhor que outras mídias, soube utilizar a convergência possibilitada pelo aparelho celular."
 
Mutirão
 
O mutirão de migração nos estados terá sequência no próximo mês, no Rio Grande do Sul. A mudança de faixa é uma reinvindicação das emissoras AM de todo o país, que sofrem com a perda de qualidade do sinal, de audiência e de faturamento. Com a operação na faixa FM, as rádios também poderão ser sintonizadas em dispositivos móveis, como tablets e smartphones, o que garante a continuidade e a modernização do serviço.
 
Em cada mutirão, são assinados os termos aditivos de adaptação das outorgas, que é um dos últimos passos do processo para a mudança de frequência. Depois disso, as rádios devem apresentar um projeto técnico de instalação da FM ao MCTIC e solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a autorização de uso da radiofrequência. A partir da liberação da agência ligada ao MCTIC, os veículos já podem começar a transmitir a programação na faixa FM.
 
Com informações do MCTIC

Durante a cerimônia de assinatura de mais 47 emissoras AM que irão migrar para o FM realizada em Belo Horizonte na última sexta-feira (24), o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse que “no momento que o Brasil atravessa uma conjuntura difícil, conseguimos avançar com medidas que não têm custo e melhoram a vida do cidadão”. A cerimônia também contou com representantes da Abert, Amirt e de radiodifusores.

 

O ministro ressaltou que os ouvintes serão os maiores beneficiados pela medida. "Milhares de pessoas serão beneficiadas por um ato como o que acontece nesta manhã, que não teve custo nenhum, apenas a iniciativa do governo, em conjunto com as entidades do setor, para que a gente possa melhorar a qualidade do serviço e retomar a comunicação em alguns municípios onde as rádios estavam relegadas a segundo plano", destacou Kassab.

 

Segundo ele, a mudança de faixa é um objetivo perseguido há muito tempo pelas emissoras. "Ganha o cidadão, que vai ter uma comunicação e um serviço de melhor qualidade. Ganham as rádios, que passam a ter mais eficiência e melhores condições de trabalho. Enfim, ganha o país."

 

O ministro reforçou que o MCTIC apoiará os radiodifusores na busca por recursos para adquirir os equipamentos necessários para operar na faixa FM. "O nosso apoio será total para todos aqueles que queiram dar sequência a essa modernização."

 

Ele também revelou que um estudo está sendo feito pela Secretaria de Radiodifusão do MCTIC e poderá resultar na reabertura do prazo para as emissoras AM que não aderiram ao processo de migração para FM.

 

Evolução

 

Para o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Tonet, "o ministério está dando um impulso extraordinário para o avanço do rádio brasileiro com a migração da AM para o FM." Já o presidente da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt), Mayrinck Pinto de Aguiar Júnior, afirmou que a vocação das rádios AM sempre foi estar juntos das comunidades locais, levando informações relevantes para a vida das pessoas em cada município. Segundo ele, pesquisas apontam que o rádio está presente no dia a dia de 96% da população mineira, com uma média de quatro horas de sintonia diária.

 

Para Mayrinck Júnior, a migração coloca as emissoras AM em pé de igualdade para disputar o mercado. "Com a migração, estamos vivenciando mais uma evolução. A cada nova tecnologia o rádio se renova e, melhor que outras mídias, soube utilizar a convergência possibilitada pelo aparelho celular."

 

Mutirão

 

O mutirão de migração nos estados terá sequência no próximo mês, no Rio Grande do Sul. A mudança de faixa é uma reinvindicação das emissoras AM de todo o país, que sofrem com a perda de qualidade do sinal, de audiência e de faturamento. Com a operação na faixa FM, as rádios também poderão ser sintonizadas em dispositivos móveis, como tablets e smartphones, o que garante a continuidade e a modernização do serviço.

 

Em cada mutirão, são assinados os termos aditivos de adaptação das outorgas, que é um dos últimos passos do processo para a mudança de frequência. Depois disso, as rádios devem apresentar um projeto técnico de instalação da FM ao MCTIC e solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a autorização de uso da radiofrequência. A partir da liberação da agência ligada ao MCTIC, os veículos já podem começar a transmitir a programação na faixa FM.

 

Com informações do MCTIC

 

 

Fonte: Tudo Rádio
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