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Novo relatório da EBU mostra oportunidades do 5G e os desafios para os radiodifusores
Sexta, 19 de Junho de 2020

Novo relatório da EBU mostra oportunidades do 5G e os desafios para os radiodifusores

5G pode atender aos requisitos de distribuição de serviços públicos e emissoras comerciais

Por Ian Volans | Conteúdo IBC 365

Um relatório publicado pela European Broadcasting Union (EBU) conclui que o 5G pode atender aos requisitos de distribuição de serviços públicos e emissoras comerciais. No entanto, existem barreiras estruturais significativas que precisarão ser superadas para realizar o potencial do 5G.

Há interesse no conceito de transmissão para celulares desde meados dos anos 2000. A “Zona Móvel”, introduzida pelo IBC em 2005, foi a precursora do “Content Everywhere”. Naquela época, houve uma infinidade de propostas de transmissão móvel, incluindo DVB-H, DMB, DAB-IP, ISDB-T e MediaFLO.

Cada uma dessas tecnologias enfrentou o mesmo problema: a construção de uma rede de transmissão móvel dedicada. Mas o sucesso dependeria da ampla disponibilidade de aparelhos compatíveis. A própria existência de múltiplas tecnologias candidatas e a falta de espectro globalmente harmonizado significava que os fabricantes de smartphones, cujos modelos de negócios são construídos para oferecer produtos comuns a vários mercados, acharam impossível prever quais, se alguma, das tecnologias seria bem-sucedida. Sem escala global, aparelhos compatíveis seriam caros e prejudicariam qualquer proposta do consumidor.

Também nunca ficou claro qual a justificativa para investimento em uma rede de transmissão móvel. No mundo da transmissão, os canais compartilham os custos de capital e operacionais de uma infraestrutura de transmissão comum. Os espectadores podem usar qualquer aparelho de TV para assistir ao seu canal de escolha. Construir uma rede duplicada paralela apenas para alcançar usuários móveis – que provavelmente não teriam aparelhos compatíveis – não era um negócio atraente.

Houve uma oportunidade para as operadoras móveis? A necessidade de aparelhos compatíveis com preço premium colocaria uma operadora em desvantagem em seus principais negócios de comunicações móveis. Além disso, na época, eles tinham um interesse limitado em serviços de vídeo e havia pouca evidência de demanda pela assinatura de TV paga necessária para cobrir o capex de rede e o serviço operacional.

Para ler a matéria original completa, clique aqui.

Fonte: SET
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